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sábado, 25 de setembro de 2010

Sem aula

Estou triste porque começaram as provas e não teve aula de Ballet...
Ontem foi aniversário da Minha professora e logo ontem q nós iamos começar a coreografia para o FESTIVAL !  Bom.. vou voltar a dormir..
 bjus  dançarinas! =**

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Resultado da Enquete

Oiii
 Bailarinas de Plantão,
O resultado da enquete foi:
 A partner Student!

bom.. eu tambem acho !


bjus

domingo, 19 de setembro de 2010

Aviso!

Faltam 2 dias para a enquete acabar Ok?
 Votem que depois falo os resultados!
 E terá uma nova daqui a 2 dias!
Não vou postar hoje porque é final de semana: )


Bom final de semana

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Segundo dia na ponta'

Oii Bailarinas,
 Thainá:
 
''Hoje foi meu segundo dia na ponta,foi bem melhor do que a primeira vez!Tenho que admitir que não sentir dor a professora não reclamou de nada,mas, toda professora pergunta:-Qual sua perna de apoio?
Por mais que eu seja canhota(Esquerda) minha perna com mais força é a direita! hoje a professora me ajudou a quebrar a sapatilha (Ajudou muito)! Antes tinha dificuldade de andar na ponta, treinei em casa e consegui finalmente andar! Estou feliz demais nessa Sexta feira!''

Bárbara:
''meu segundo d a na ponta não foi  mais tão dificil a professora 
me elogiou dizendo : você está perfeita para 
o segundo dia na ponta!! amei''  

Esperem até o próximo Post



Beijoos Bailarinas

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Amanhã vai ser minha segunda aula de Ballet, gente! Eu não sinto mais dor nos pés e nem nas pernas!
Isso é um Alívio pra mim!
Assim que chegar da Aula do Ballet eu corro pro computador e escrevo como foi Ok?

=** Bailarinas!!
Esperem o Proximo Post!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Esforços e desafios de uma bailarina

No ballet tem sido assim...
-Estica o joelho!Postura!Contrai o abdômen!Faça o exercício no tempo da música!
Quase sempre esses berros são no meu ouvido (e são berros de verdade!)
E olhando pra parede atrás da barra,quero chorar,quero desistir,quero fugir dalí!
Mas quando eu me viro e olho pro enorme espelho da sala de dança,quero continuar,quero seguir,e principalmente...quero dançar!
Meu olhar muda quando me vejo com as sapatilhas de ponta e as vezes pego a professora tentando esconder de mim e das meninas o mesmo olhar que o meu....Olhar de dever cumprido

Você é cobrado para cumprir!
 História de uma iniciante de Ballet chamadas May:
''Descobrí que depois do Jazz eu não teria aula de ballet clássico (=D),e então sentei em outro local da escola,na varanda perto dos banheiros.Eu estava super empolgada conversando com a Paulinha e vem o Felipe e se senta na minha frente.Pra relaxar minhas pernas,coloquei ela sobre o colo dele.
-Ai May,tira seus pés daqui?!
-Porque garoto?
-Porque seus pés são estranhos...são feios!

Fiquei super feliz!
Acreditem!
Falar para uma criatura que faz ballet todos os dias que seus pés são feios...é um elogio!
Pra quem não saca de ballet,mas sempre vem aqui rir do meu dia-adia pode não estar entendendo bulufas,mas é a mais pura verdade...''

Antes quando não fazia aula de ponta ,já tinha ouvido falar de meninas que diziam que é doloroso, nem ligava!Achava frescura... Mas, depois dessa minha primeira aula com ponta eu passei a entender mais o que elas passam, passei também a sofrer nas primeiras horas,mas, depois acutsuma!
Já cheguei até pensar em desistir logo no primeiro dia,mas, pensei..:''Vou desistir logo agora?No começo?Sem se quer treinar mais? Uma coisa me fez dizer pra não parar:MINHA CONSCIENCIA! ela me disse para experimentar as dores, as glórias de uma evoluação, de uma apresentação, ser elogiada por todos!
Isso me fez dizer:Eu não vou desistir!
Sempre digo para os outros não desistirem, porque eu vou desisitir?

Desafios:
Bailarinas de ponta sofrem 1000X+ do que as de meia ponta,são câimbras,pés roxos,calos...
Pressão psicologica com a ponta perfeita!

eu passei agora a comer menos, só um suco na hora do Intervalo, como pouco no almoço e no dia que tem Dança aí q eu manero, passo o dia todo no colégio aí como um Sanduíche integral, agora estou mais ligada no meu peso, por causa da ponta!


Boa noite minha bailarinas!!=***

A hora certa

 Todo mundo sabe que não é certo comprar ponta se o (a) professor(a) não autoriza! Isso pode trazer algum mal futuramente!

Os exercícios infantis no Ballet devem ser adequados à capacidade neurológica músculos-esquelética da criança; assim sendo, é impossível exigir que ela faça esforços, como ficar na ponta dos pés fora de hora.
Toda menininha sonha em ser bailarina, e “ser” bailarina para ela é ficar na ponta dos pés e fazer o grand écart (abertura total das pernas). Aliás, para a grande maioria dos pais, este também é o conceito de “ser bailarina”, pois quando matriculam suas filhas no Ballet, vão logo perguntando: “quando é que ela vai aprender a ficar na ponta dos pés e fazer abertura total?”
Mas a realidade é outra, tem que ser outra. Para se alcançar esse doce sonho, é preciso muitos anos de trabalho sério e consciente e o corpo já ter uma formação músculo-esquelética definida e preparada.
Em nosso método de trabalho, admitimos crianças a partir de 4 anos de idade, e até os 7 anos o nosso curso limita-se a aulas de criatividade e musicalidade, juntamente com uma introdução ao Ballet.
O sustentar sobre as pontas não é somente uma evolução técnica, mas também uma adaptação do corpo a uma nova forma de equilíbrio, com a fortificação de ossos, tendões, ligamentos e músculos.

Para tanto, alguns exercícios são indicados para fortificar e preparar o corpo para o uso das pontas:
- Demi-plié em qualquer posição, o mais profundo possível e sem despregar o pé do piso. Praticá-los de forma lenta e rápida.
- Meia Ponta o mais alto possível, descendo e subindo
- Toda a variedade de frappés, tendus e todo exercício que contribua para proporcionar o arco do pé.
O primeiro tempo de uso de sapatilhas de pontas deve ser medido e curto , realizando-se unicamente na barra os exercícios mais rudimentares (as duas mãos na barra): releves em distintas posições, pequenos demi-pliés, etc. igualmente ao passar para o centro, da o tempo necessário para introduzir passos que requeiram equilíbrio e força sobre a perna.


Beijos e obrigada =**

Entrevista com Ana botafogo

Isso é um fato provado que nenhuma pessoa nasce sabendo: Cantar, falar, gritar. andar.
Bom, no caso das bailarinas não muda muito!Algumas pessoas dizem que as Bailarinas já nascem dançando,que já tem seu futuro formado para dança. Ela  pode ser uma bailarina profissional mas, não tem nada escrito que isso tem que ser assim!

Entrevista com Ana Botafogo:
Antes do Ballet entrar em sua vida, ela cursava a faculdade de Letras e acha bem dificil cociliar dança com outras coisas.Foi primeira Bailarina no corpo de dança do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Veja a Seguir a entrevista:
Renata Morucci - Como o "ballet" entrou para a sua vida?
Ana Botafogo - Comecei a estudar "ballet" aos 7 anos, no mesmo conservatório em que estudava música, no Rio de Janeiro. Aos 11 anos, ingressei na academia de dança da bailarina Leda Iuqui. Desde então, sempre sonhei em ser bailarina, porém achava muito difícil e distante de mim. Ainda assim, não pensava e nem queria parar de dançar.

Renata Morucci - Quando começou a dançar profissionalmente?
Ana Botafogo - Estudei na academia da Leda até os 17 anos e parei quando decidi ir para a França, estudar francês e talvez, "ballet". Mas depois de dois meses e meio na França consegui meu primeiro contrato profissional. Passei a fazer parte do Ballet de Marseille, dirigido por Roland Petit. Esse foi um período bastante rico. Amadureci, porque estava em um lugar muito diferente da minha casa e a comunicação com o Brasil era difícil. Eu era extremamente tímida e por necessidade, me tornei mais segura e mais descontraída. Aprendi muito mais sobre dança. Era uma companhia pequena, mas de muito bons profissionais. Foi nessa época que tive certeza de que queria fazer aquilo para o resto da minha vida. Fiquei dois anos dançando na França e depois, mais seis meses na Inglaterra, em Londres. Mas como não consegui visto de trabalho para ficar na Inglaterra, achei que era hora de voltar para o Brasil.

Renata Morucci - Sua volta para o Brasil foi como você imaginava?
Ana Botafogo - Cheguei aqui cheia de vontade e com o sonho de entrar para o Teatro Municipal. Mas a dança estava meio em baixa no Brasil e o Municipal do Rio de Janeiro, em reforma. Precisei segurar a ansiedade. Para minha sorte, surgiu o convite para trabalhar no corpo de "ballet" do Teatro Guaíra, em Curitiba, como primeira bailarina do Teatro. Foi uma época ótima. Minha primeira aparição profissional no Rio de Janeiro foi com o "ballet" do Teatro Guaíra, com o espetáculo "Gisele".

Renata Morucci - Em 1981 você entrou para o corpo de dança do Teatro Municipal do Rio de Janeiro já como primeira bailarina. Isso é comum?
Ana Botafogo - De fato, não é muito comum, mas já conheciam meu trabalho e sabiam da minha trajetória, de todo o meu esforço e por isso me aprovaram. Minha estréia como primeira bailarina aconteceu no espetáculo Coppélia, o qual já refiz muitas outras vezes durante esses 20 anos de Municipal, incluindo apresentações internacionais. Nesses 20 anos, participei de todas as temporadas de "ballet" clássicas e de algumas de "ballet" contemporâneo.

Renata Morucci - Nunca pensou em fazer outra coisa que não fosse dançar?
Ana Botafogo - Antes de ir para a Europa, comecei a cursar a Faculdade de Letras. Tranquei para viajar, tentei voltar ao curso algumas vezes, mas foi inviável. Ainda gostaria de terminar a faculdade, mas por enquanto está impossível, até porque a dança é minha prioridade.

Renata Morucci - É muito complicado conciliar a dança com outras atividades?
Ana Botafogo - É sim. Além de viagens, a rotina é bastante puxada. Antes, entre aulas e ensaios, nossa carga horária era de 8 horas. Hoje, temos 6 horas de carga horária, sendo 1h30 de aula e durante o dia acontecem diversos ensaios. Nem sempre todos os bailarinos participam de todos os ensaios. Quando acontece de ter um horário livre, aproveito para tocar projetos pessoais. Tenho que ensaiar projetos completamente diferentes na mesma época, então qualquer tempo disponível se torna uma benção.

Renata Morucci- Como você avalia o mercado de trabalho para os bailarinos?
Ana Botafogo - A vida de bailarino é bastante complicada, principalmente porque não há campo de trabalho suficiente para absorver a quantidade de profissionais competentes que temos no país. Imagine então os bailarinos em potencial! Hoje a situação é muito melhor do que há 20 anos - o próprio corpo de dança em que atuo aumentou o número de componentes de 15 para 115 bailarinos - mas ainda é difícil. Até hoje, existem apenas 6 companhias oficiais de "ballet" clássico. Várias companhias privadas de dança contemporânea foram fundadas, mas poucas são reconhecidas, como é o caso do tradicional Ballet Stagium, Grupo Corpo, Cisne Negro e da moderna Débora Kolcker.

Renata Morucci - O que é preciso para ser um bom bailarino?
Ana Botafogo - Muito estudo, dedicação, disciplina, perseverança - porque em muitos momentos o trabalho é repetitivo - e ter muita determinação para vencer. Resumindo, muito suor, às vezes lágrimas e muito trabalho. Nem nas férias é possível parar. Eu diminuo a carga horária, mas é impossível parar. Por causa de tanta dificuldade, tem muita gente que entra, às vezes até mesmo para uma companhia oficial, e desiste.

Renata Morucci - E dá para viver da dança?
Ana Botafogo - É muito duro, mas é possível. Embora poucas pessoas consigam viver dignamente da dança. Mas há outras possibilidades como dar aula de dança e coreografar espetáculos. Nesses casos, pode ser bem interessante cursar uma faculdade de dança, para adquirir embasamento teórico e boas noções sobre o corpo humano.

Renata Morucci - Você já tem tudo o que quer? É uma mulher de sucesso?
Ana Botafogo - Ainda não me considero uma mulher de sucesso. Acredito que tenho uma carreira bem sucedida e reconhecida. Mas não tenho essa sensação nem a pretensão de acreditar que já realizei tudo o que podia e queria. Ainda falta, sempre falta. Continuo estudando e investindo em mim. Acho que o bailarino nunca pára de investir nele. E comigo vai ser assim até o dia em que eu parar de dançar.

Renata Morucci- Quais são seus projetos?
Ana Botafogo - No momento estou ensaiando "A Megera Domada", que está com a estréia prevista para o dia 17 de maio próximo. Era um sonho fazer esse espetáculo porque é bastante diferente de tudo o que já fiz. Além disso, pretendo viajar por todo o Brasil com o espetáculo "Três Momentos do Amor". Esse espetáculo foi concebido por mim e pela pianista Lilian Barreto. Já fizemos 10 apresentações em Brasília e fomos muito bem recebidas pelo público. São seis músicos no palco, eu e dois bailarinos. É algo que me dá muito prazer e estou me esforçando para que realmente dê certo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Oração das Bailarinas

"Ballet nosso que estais no sangue, santificado seja vossa música.
Venha a nós o nosso esforço.Assim nos ensaios como nas apresentações.
A dança de cada dia nos dai hoje.
Perdoai as faltas aos ensaios, assim como nós perdoamos nossos professores rígidos.
Não nos deixe errar a coreografia
e livrai-nos dos calos e das bolhas, Amém!"

História do Ballet

O balé clássico surgiu nas cortes italianas, no início do século 16, embora não se saiba ao certo de onde veio a inspiração para os seus primeiros passos e coreografias. Foi o termo italiano balletto ("dancinha", "bailinho") que deu origem à palavra francesa ballet. Na época, tratava-se de uma diversão muito apreciada pela nobreza local. Tamanha admiração pela dança levou a princesa italiana Catarina de Médici (1519-1589) a introduzir o balé numa nova corte quando se casou com o rei da França Henrique II. Catarina também fez questão de contratar o grande coreógrafo italiano de então, Balthazar de Beaujoyeulx. Aqui vale abrir um parênteses. O nome verdadeiro do coreógrafo era Batazarini Di Belgioioso. A forma afrancesada, não só do nome dele, como de outros italianos que fizeram parte da história do balé, tornou-se a mais conhecida pois a dança só se desenvolveu realmente quando chegou entre os franceses, que espalharam seu sotaque em tudo o que envolve essa arte.
Mas voltemos a Beaujoyeulx. Em 1581, a companhia dele apresentava um espetáculo bem diferente dos balés de hoje, reunindo não apenas dança, mas também poesia, canto e uma orquestra musical. Esse formato variado entusiasmou os nobres franceses desde o início, mas o balé só atingiria seu apogeu no século seguinte, na corte do rei Luís XIV. Grande entusiasta da dança, Luís XIV também era bailarino, tanto que recebeu o apelido de Rei Sol por causa da sua participação no espetáculo Ballet de La Nuit, no qual vestia uma fantasia muito brilhante, lembrando o grande astro. Em 1661, Luís XIV fundou a Accademie Royale de Musique, que abrigava uma escola de balé. Ali, sob a direção do compositor italiano Jean-Baptiste Lully e de seu assistente, o professor de dança francês Pierre Beauchamps, o balé se tornaria um espetáculo mais sofisticado, conhecido como "Ópera-Balé" por combinar dança, diálogos e canto. Foi Pierre Beauchamps quem criou as cinco posições básicas que são usadas no balé até hoje.
Por volta do século 18, os espetáculos passaram por outra transformação, concentrando-se mais na música e na dança. Foi nessa época também que as bailarinas começaram a se rebelar contra os vestidos que usavam até então e que limitavam os movimentos. Por causa dessa restrição, os homens eram os que tinham os papéis de destaque nos espetáculos. Como as coreografias cheias de saltos e giros ganhavam espaço, as mulheres tiveram que reagir. A belga Marie Ann Cupis de Camargo baixou os saltos de seus sapatos e encurtou suas saias para desenvolver melhor sua dança. Não por acaso, ela foi uma das primeiras bailarinas importantes da história. O último momento marcante da origem do balé ocorreu no século 19, quando a italiana Marie Taglioni foi a pioneira a dançar na ponta dos pés, hoje o movimento mais identificado com o balé clássico.

 Obrigada 

Sugestões duvidas ou criticas

Algumas sugestões, criticas ou felicitações mande para esse e-mail:
thainalim@hotmail.com

Como ajustar uma sapatilha de ponta nova

   Uma sapatilha de ponta não pode ser ajustada como um sapato de rua. Pois estes são ajustados de forma a ficar espaçosos e confortáveis, freqüentemente com "espaço para crescer". Isto é desastroso em uma sapatilha. Uma sapatilha de ponta deve ajustar o pé como uma boa luva de couro: ajustada, mas com suficiente espaço para permitir que os pés do bailarino deitem na superfície e trabalhem corretamente.
Para verificar o ajustamento, aqui vão alguns passos a ser seguidos ao experimentar uma sapatilha nova:

1. Plié em segunda posição.
            Permaneça em segunda posição e faça um grand plié. Isto colocará seu pé em sua posição mais longa - como na aterrissagem de um grande salto. O grand plié deve ser mais baixo que o normalmente feito em sala de aula. Para este ajuste, não esteja preocupado com aparência ou técnica perfeita. Se seus dedões do pé estão apenas tocando o fim da caixa, sem senti-los esmagados ou com dor, então o comprimento está correto. Se seus dedões do pé não tocam o fim da caixa, a sapatilha é muito grande. Se existe pressão dolorosa nas pontas de seus dedões do pé então a sapatilha é muito pequena ou muito larga. Confirme o comprimento no próximo passo.

2. Belisque o calcanhar.
Deixe seu pé na ponta mas sem colocar o peso. Você deve ser capaz de beliscar 1/4 de polegada na parte superior do calcanhar, para assegurar que existe espaço suficiente para os dedões do pé quando subirem na ponta e quando estiver de pé. Se você pode colocar um dedo inteiro atrás do calcanhar é quase certamente muito grande. Se você não pode beliscar qualquer material é poque está muito pequeno.
3. Verifique a caixa e largura.
A frente da sapatilha deve ser justa mas confortável, não tão apertada que apareçam protuberância de joanetes ou outras extremidade na parte dura da caixa. Com um ajuste perfeito a borda da parte dura da caixa não mostra protuberâncias pelo cetim. A sapatilha deve ser tão justa que será impossível deslizar um dedo na sapatilha para os lados ou para o topo do pé.

4. Verifique colocação, altura de gáspea e dureza de palmilha
Quando subir na ponta você deve estar "acima" da plataforma, não ser contido. O arco da sapatilha deve ajustar no arco de seu pé. O equilíbrio na ponta deve ser maravilhosamente fácil. Se você achar que está sendo contido, pode tentar uma gáspea mais baixa(tendo certeza que as juntas e joanetes são totalmente cobertos) ou uma palmilha mais flexível. Se você sentir que seu pé está "indo muito longe", pode tentar uma altura de gáspea maior ou uma palmilha mais dura.

 

Marca das sapatilhas

Existem diferentes marcas de sapatilhas de ponta:
-Capézzio-dois tipos:

Fouetté
Gáspea em "V", alta, normal.
Valoriza o colo do pé.
Cordão lateral.
Para todos os tipos de pés.


Partner
Cetim solto. Para iniciantes, avançadas e profissionais. Alonga o pé. silenciosa. Flexível.
Sola costurada.
Plataforma larga para um perfeito balance.
elástico transparente.
 Millenium-É uma ótima sapatilha para fazer aulas , tem um estilo para cada tipo de pé e todos de excelente qualidade , ótima para dar força aos pés ;
Péssima sapatilha para dançar pois sua estrutura é muito grande , se torna uma sapatilha "tamanco" , muito barulhenta e muito grande no pé;
Mas, esteticamente ela fica muito feia no pé .

 Balleto-Uma sapatilha para usar uma vez só , apenas para dançar , pois mesmo as reforçadas são muito frágeis e amolecem com dois ou três dias de uso ;
Antes de quebrar completamente ela fica muito bonita no pé , pelo seu estilo russo , mas depois de quebrada deixa o pé com aspecto "bico de papagaio" , pés sem muita força até conseguem se adaptar , mas mesmo assim não é uma sapatilha muito duradoura .
Não aconselho seu uso fora dos palcos nem em espetáculos muito longos .

Cecília Kerche-Uma sapatilha ótima para palco , esteticamente muito bonita e senta muito bem no pé ;
Péssima para fazer aulas e desconfortável , pois muito dificilmente quebra na meia ponta , não é uma sapatilha muito resistente , quebra com facilidade , mesmo as reforçadas .
''Usei está sapatilha por 1 ano e meio e fui obrigada a trocar de marca , não aconselho seu uso fora dos palcos'' Dançarina


Obrigada

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sapatilhas de ponta coloridas

Geralmente essas sapatilhas coloridas como o da menina do video, que mostrei a vcs,são importadas e muito mais caras, acho que aproximadamente uns R$90,00 á R$100,00

Bom, volto mais tarde beijos

Valsa das Flores-Video

A falsa das Flores

Florescent Pink Pointe Shoes! [3rd Pointe Vid]

Acessorios

Oi Bailarinas,
Vim aqui agora para falar dos acessórios  que uma bailarina precisa ter,vamos começar pelas : Ponteiras.
Existem dois tipos:Gel(silicone) e a de pano.
Na minha opnião, eu acho melhor a de  gel (silicone) ,ela é mais macia e previne mais de calos.
A ponteira de gel(silicone) é mais cara (R$30,00 á R$35,00)
Já as de pano que eu vi em uma loja chamada Mundo do Ballet estava de :(R$5,00)
Você vai gastar mais dinheiro com a de silicone, mas estará evitando calos e algumas lesões pequenas.



1-Gel(silicone)


2-Pano








Agora vou falar de sapatilhas de ponta:
Elas são as responsáveis pelo  seu bonito movimento,se for comprada apertada ou grande demais você não conseguirá fazer nenhum movimento gracioso.E se for a primeira vez tem que usar Partner Student.
Você somente irá trocar de sapatilha de 3 em 3 meses.
Na segunda sapatilha compre:-Michelle  ou Contempora 1(Só compre a contempora 1 ou michelle, se estiver verdadeiramente seguro, porque será uma fase mais dificil)
A minha sapatilha foi uma Partner Student, por :R$59,90-Marca:Capézzio
A da minha amiga Bárbara foi também uma Partner por,65,50-Marca:Capézzio
Por isso é bom pesquisar preços antes de comprar.

Ah..
 e não esqueça de usar meia, ela suaviza os movimentos.





Beijos e obrigada





Oi bailarinas,
essa dica vai principalmente  para qm vai usar a ponta pela primeira vez.
 Quando vc for comprar sua sapatilha de ponta  espere que a professora autorize que vc faça essa compra.A sua sapatilha por tanto será a Partner Student(Pela sua primeira vez).
Precisa fazer alongamentos para quebrar o gesso da sapatilha,comprar uma ponteira boa(de gel ou de silicone.)
Não é fácil ,mas nada é impossivel.

Minha amiga e eu vamos falar como foi nosso primeiro dia  na ponta:
Thainá:
''O primeiro dia nunca é fácil, mas,como eu disse acima nada e impossivel,o pé fica com pequenos calos, dói como se tivesse parando a circulação,quebrei hoje um pouco  da ponta....
Mas, sei que vou chegar lá!''

Bárbara:
''Hoje foi meu primeiro dia na sapatilha de ponta doeu muito mais consegui ficar com ela eu forçei muito o meu pé passei a tarde toda em cima dela e quando cheguei em casa  estava doendo muito tive que fazer até uma massagem e até  de noite estava doendo a sensação é do pé latejando e parece que  a circulação fica bem devagar''

Então Bailarinas de plantão pensem bem antes de comprar uma sapatilha de ponta sem a autorização da(o) professora(o)

Beijos

Nome dos Passos

 Cabriole: Um passo de elevação em que a prorrogação das pernas são espancados no ar. O trabalho é essencial das pernas para o ar e as pernas embaixo segue e bate contra a primeira perna enviando-o mais elevado. O desembarque é feito sobre a perna debaixo.
Cambre: [ "dobradas"]. A curva da cintura, em qualquer direção, mas especialmente para frente ou para trás.
Chenes: [ "cadeias, ligações"]. Uma série de voltas rápidas em metade ou cheio ponto com as pernas em uma apertada primeira posição, girando na meia ponta dos pés ou nas pontas. Feito um após o outro estando “presos” em conjunto.
Changement: [ "mudança dos pés"]. Um salto, para cima, a partir de quinta posição com um pé na frente e desembarque na quinta posição com o outro pé na frente.
Changer, sans: [ "sem mudança"]. Indica que um passo é feito com os pés que se mantêm na mesma posição relativa.
Chasse: [ "perseguiu"]. Um passo deslizando. A perna desliza para fora; colocando o peso na perna de trabalho e tirar a outra perna para andar junto a ele. Um pé literalmente persegue o outro em um gracioso lateralmente galope como passo.
Ciseaux: [ "tesoura"]. Abrindo as pernas, como as lâminas de um par de tesouras, a uma grande segunda posição sur les pointes, ou pode ser saltando (en l’air). Não deve ser confundido com sissonne.
Cloche, pt: [ "como uma campainha"]. Refere-se a um grande battement executado continuamente devant e derrière e através da primeira posição.
Colle: [ "Aderentes, grudados"]. Ambas as pernas são mantidas bem em conjunto, em meados de ar em um tempo de sauté.
Contratempo: Um passo composto consistindo de coupé dessous, en avant CHASSE, ferme, leve e CHASSE temps passé croisè en avant. É um passo muito útil para andar para o lado.
Combinação: [ "combinação"]. Uma série de medidas ligadas entre si, geralmente como um exercício em sala de aula.
Corpo de baile: [ "corpo do ballet"]. Bailarinos que não aparecem como solistas.
Cou-de-pied, sur le: [ "sobre o colo do pé"]. Na escola russa, o pé é, na realidade, envolto no tornozelo, com o calcanhar para frente e os dedos para trás.
Coupé: [ "corte"]. Um pequeno passo intermediário feito como uma preparação para uma outra etapa.
Couru: [ "correr"]. Um gracioso passo de balé. Corridinha na 5ª posição.
Croisé: [ "atravessada"]. Uma posição no palco em que a dançarina enfrenta um dos cantos da frente com as pernas cruzadas.
Croix, pt: [ "(no formulário de) uma cruz"]. Normalmente aplicado aos exercícios na barra: o exercício é feito primeiro com a perna de trabalho que se deslocam para frente, depois para o lado e, em seguida, à volta e, em seguida, para o (mesmo) lado.